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O Papa apoia a Marcha pela vida na França: mantenham viva a atenção
O Papa Francisco apoia a Marcha pela Vida programada para este Domingo, em Paris. Numa mensagem aos organizadores, o Núncio na França, Mons. Luigi Ventura, escreve que o Papa foi informado da iniciativa e apoia os participantes da marcha, "convidando-os a manter viva a atenção para um tema assim tão importante". O Papa convida-os também a retomarem a sua homilia de 16 de Junho de 2013, por ocasião do Dia da Evangelium Vitae. No seu discurso ao Corpo diplomático, na segunda-feira passada, o Papa tinha afirmado que "desperta horror apenas o pensar que há crianças que nunca verão a luz, vítimas do aborto".
Fonte: Rádio Vaticana
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Papa à Rádio e Televisão italiana RAI: jamais abdicar ao serviço público, informar respeitando as pessoas.
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Papa à Rádio e Televisão italiana RAI: jamais abdicar ao serviço público
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Cidade do Vaticano (RV) – O Papa Francisco recebeu em audiência, no final da manhã deste sábado, na Sala Paulo VI, no Vaticano, cerca de oito mil pessoas, entre dirigentes, membros e funcionários da RAI, Rádio e Televisão Italiana. O encontro realiza-se por ocasião do 90º aniversário do início das transmissões radiofônicas e do 60º de início das transmissões televisivas.
Antes da audiência papal, os presentes participaram, na Sala de Audiências Paulo VI, de uma celebração Eucarística, presidida pelo cardeal Angelo Comastri, Vigário do Papa para o Estado da Cidade do Vaticano.
Em seu discurso o Santo Padre cumprimentou os numerosos membros da RAI, mas também outros representantes de redes televisivas públicas e de Associações de outros países. E destacando os dois aniversários, o Papa refletiu sobre as relações entre a Santa Sé e a RAI ao longo destes decênios:
“A palavra-chave que gostaria logo de colocar em evidência é a colaboração, tanto em relação ao rádio como à televisão. O povo italiano sempre pôde ter acesso à palavra e, sucessivamente, às imagens do Papa e dos eventos eclesiais na Itália, através do serviço da RAI. Esta colaboração se realiza mediante duas entidades vaticanas: a Rádio Vaticano e o Centro Televisivo Vaticano”.
Desta forma, a RAI ofereceu e ainda oferece aos ouvintes e telespectadores a possibilidade de seguir os eventos ordinários e extraordinários da Santa Sé, como o Concílio Vaticano II, o Jubileu do ano 2000, as diversas celebrações e as Visitas pastorais na Itália e no mundo. O Papa não deixou de recordar ainda as diversas transmissões e os filmes de cunho religioso e moral.
A RAI, com suas inúmeras iniciativas, também é testemunha dos processos de mudança e de transformação na sociedade italiana, e contribui, de modo especial, para o processo de unificação linguístico e cultural da Itália. E o Bispo de Roma acrescentou:
“Agradeçamos ao Senhor por tudo isso e continuemos a levar adiante este processo de mútua colaboração. Mas, a recordação de um passado, rico de conquistas, deve ser um convite ao senso de responsabilidade de todos, presentes e ausentes. O serviço público da RAI, além de ser informativo, é também formativo para o bem comum”.
Portanto, afirmou o Papa, a RAI é uma entidade que produz cultura e educação, formação e espetáculo. Trata-se de uma responsabilidade imprescindível. A qualidade da ética da comunicação é fruto, em última análise, de consciências atentas, não superficiais, no devido respeito às pessoas.
Neste sentido, o Bispo de Roma recordou que, “cada um, na sua própria função e responsabilidade, é chamado a vigiar, para manter alto o nível ético da comunicação.
O Papa Francisco concluiu seu discurso aos numerosos membros da RAI, Rádio e Televisão Italiana, fazendo votos de que possam prosseguir seu precioso serviço ao bem comum, depositando confiança e esperança em seu trabalho de transmissão da palavra e das imagens, a serviço do crescimento humano, cultural e civil da sociedade. (MT)
Fonte: Rádio Vaticana
Assim fazem todos - Missa do Papa em Santa Marta
A «mundanidade espiritual» é uma tentação perigosa porque «amolece o coração» com o egoísmo e insinua nos cristãos um «complexo de inferioridade» que os leva a uniformizar-se com o mundo, a agir «como fazem todos» seguindo «a moda mais divertida». Foi um convite a viver a «docilidade espiritual» sem «vender» a própria identidade cristã que o Papa Francisco expressou na missa celebrada sexta-feira 17 de Janeiro na capela da casa de Santa Marta.
Como nos dias passados, para a reflexão o Pontífice partiu da leitura litúrgica tirada do primeiro livro de Samuel. «Vimos – explicou – como o povo se tinha afastado de Deus, tinha perdido o conhecimento da palavra de Deus: não o ouvia, não o meditava». E «quando não há a palavra de Deus – disse – o lugar é ocupado por outra palavra: a própria palavra, a palavra do egoísmo, a palavra das próprias vontades. E também a palavra do mundo».
Meditando quanto é narrado no livro de Samuel «vimos – prosseguiu – como o povo, afastado da palavra de Deus, tinha sofrido aquelas derrotas» que tinham provocado muitíssimos mortos e deixado «viúvas e órfãos». Eram «as derrotas» de um povo que «se tinha afastado» do caminho indicado pelo Senhor.
Sem dúvida, esclareceu o Papa, «é verdade que o cristão deve ser normal, como são normais as pessoas. Já a Carta a Diogneto diz isto, nos primeiros tempos da Igreja. Mas - admoestou – há valores que o cristão não pode ficar com eles». Com efeito, ele «deve preservar para si a palavra de Deus que lhe diz: tu és meu filho, tu és eleito, eu estou contigo, eu caminho contigo». E «a normalidade da vida exige que o cristão seja fiel à sua eleição». Esta sua eleição nunca deve «ser vendida para se encaminhar rumo a uma uniformidade mundana: é esta a tentação do povo e também a nossa».
«A tentação – frisou o Pontífice – endurece o coração. E quando o coração é duro, quando não está aberto, a palavra de Deus não pode entrar». Não é ocasional que Jesus tenha dito «aos de Emaús: néscios e tardos de coração!»; tendo «o coração duro, não compreendiam a palavra de Deus».
Precisamente «a mundanidade amolece o coração». Mas faz-lhe «mal». Porque, observou o Papa, «nunca é uma coisa boa o coração mole. É bom o coração aberto à palavra de Deus, que a recebe. Como Nossa Senhora que meditava todas estas coisas no seu coração, diz o Evangelho». Eis a prioridade: «Receber a palavra de Deus para não se afastar da eleição».
Na oração no início da missa – recordou o Pontífice – pedimos a graça de superar os nossos egoísmos», em particular o de querer fazer a própria vontade. O Papa Francisco sugeriu, em conclusão, que renovássemos ao Senhor o pedido desta graça. E que invocássemos também «a graça da docilidade espiritual, ou seja, de abrir o coração à palavra de Deus». Para «não fazer como estes nossos irmãos que fecharam o coração porque se tinham afastado de Deus e há muito tempo não ouviam ou não compreendiam a Sua palavra». Que «o Senhor nos dê a graça – desejou – de um coração aberto para receber a palavra de Deus», para a «meditar sempre» e para «enveredar pelo caminho verdadeiro».
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Vaticano concede indulgências para participantes da JMJ Rio2013
Papa Francisco lança decreto que concede indulgência aos participantes da Jornada Mundia da Juventude (JMJ Rio2013). De acordo com o texto do decreto, a indulgência pode ser recebida por todos que viverem a JMJ, mesmo que espiritualmente. Para isso, os jovens precisam rezar pelas intenções do Sumo Pontífice, confessar-se e comungar. O decreto foi assinado em 2 julho pela Penintenciária Apostólica.
PENITENCIARIA APOSTÓLICA
RIO DE JANEIRO
DECRETO
Concede-se o dom das Indulgências por ocasião da “XXVIII” Jornada Mundial das Juventude”, que será celebrada no Rio de Janeiro durante o corrente Ano da Fé.
O Santo Padre Francisco, desejando que os jovens, em união com os fins espirituais do Ano da Fé, convocado pelo Papa Bento XVI, possam obter os frutos esperados de santificação da “XXVIII Jornada Mundial da Juventude, que se celebrará de 22 a 29 do próximo mês de Julho, no Rio de Janeiro, e que terá por tema: “Ide e fazei discípulos por todas as nações (cfr Mt 28, 19)”, na Audiência concedida no passado 3 de Junho ao subscrito Cardeal Penitenciário-mor, manifestando o coração materno da Igreja, do Tesouro das satisfações de Nosso Senhor Jesus Cristo, da Beatíssima Virgem Maria e de todos os Santos, estabeleceu que todos os jovens e todos os fiéis devidamente preparados pudessem usufruir do dom das Indulgências como determinado:
a.- concede-se a Indulgência plenária, obtenível uma vez por dia mediante as seguintes condições (confissão sacramental, comunhão eucarística e oração segundo as intenções do Sumo Pontífice) e ainda aplicável a modo de sufrágio pela almas dos fiéis defuntos, pelos fiéis verdadeiramente arrependidos e contritos, que devotamente participem nos ritos sagrados e exercícios de piedade que terão lugar no Rio de Janeiro.
Os fiéis legitimamente impedidos, poderão obter a Indulgência plenária desde que, cumprindo as comuns condições espirituais, sacramentais e de oração, com o propósito de filial submissão ao Romano Pontífice, participem espiritualmente nas sagradas funções nos dias determinados, desde que sigam estes ritos e exercícios piedosos enquanto se desenrolam, através da televisão e da rádio ou, sempre que com a devida devoção, através dos novos meios de comunicação social;
b.- concede-se a Indulgência parcial aos fiéis, onde quer que se encontrem durante o mencionado encontro, sempre que, pelo menos com alma contrita, elevem fervorosamente orações a Deus, concluindo com a oração oficial da Jornada Mundial da Juventude, e devotas invocações à Santa Virgem Maria, Rainha do Brasil, sob o título de “Nossa Senhora da Conceição Aparecida”, bem como aos outros Patronos e Intercessores do mesmo encontro, de modo a que estimulem os jovens a se fortalecerem na fé e a caminharem na santidade.
Para que os fiéis possam mais facilmente participarem destes dons celestes, os sacerdotes, legitimamente aprovados para ouvir confissões sacramentais, com ânimo pronto e generoso se prestem a acolhê-las e proponham aos fiéis orações públicas, pelo bom êxito desta “Jornada Mundial da Juventude”.
O presente Decreto tem validade para este encontro. Não obstante qualquer disposição contrária.
Dado em Roma, na Sede da Penitenciaria Apostolica, no dia 24 de Junho do ano do Senhor de 2013, na solenidade de São João Batista
Manuel Card. Monteiro de Castro
Penitenciário-mor
Mons. Krzysztof Nykiel
Regente
L. + S.
Prot. N. 297/13/I
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