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Ajude as vitimas da tragedia do Rio de Janeiro




A paz de Jesus

Faça doação de R$ 1,00 e ajude as vitimas da tragédia no Rio de Janeiro

Reunimos muitos amigos

Para poder criar essa campanha e preparar a logística de entrega dessa água no Rio de Janeiro

Faça parte desse projeto de Evangelização

Para cada R$ 1,00 em doação estaremos enviando 2 garrafas de água mineral para Prefeitura do Rio de Janeiro


Escolha sua forma de doação:
- Boleto Bancário (Taxa Boleto R$ 1,00)
- Transferência Bancos: Itau, do Brasil, Bradesco

Pagamentos através do Pagseguro

Quem criou essa campanha? 
MixCatolico – Nossa equipe sentiu no coração que precisava fazer algo e urgente

Quem está envolvido? 
Para criar uma campanha conversamos com alguns amigos entre eles o Organizador do Evento Campus Party (Maior evento de tecnologia do Mundo que aconteceu semana passada em SP)
Ao final do Evento eles doaram centenas de barracas e mochilas utilizadas pelas 6800 que ficaram acampadas 7 dias no evento,
mas o evento acabou e queríamos continuar ajudando!
Então conversando com outros amigos da linha 100% Jesus, sugeriu a idéia da Campanha com a Água, conseguimos redução no custo da água e o valor do frete que custa em média R$ 1.500,00
* A água mineral é produto de primeira necessidade para as vitimas.
Estamos contando com amigos e Parceiros para doarem e divulgarem essa campanha.

Quem está a frente? 
MixCatolico – www.mixcatolico.com.br

Você vai comprar a agua e enviar ou vai repassar o dinheiro? como vai funcionar?
Vamos repassar o dinheiro para a empresa 
E fazer o contato com as Prefeituras do Rio de Janeiro para efetivar a entrega
Solicitaremos da Prefeitura uma declaração de entrega da quantidade que conseguirmos arrecadar 
Para divulgar nos mesmos canais em que estamos pedimos ajuda
E assim dar visibilidade da arrecadação e da seriedade do trabalho que estamos realizando

"Para ser ou sentir-se melhor é só ajudar alguém"
Douglas Arrais

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Deus te abençoe

Mensagem do papa para o 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais


papabentolendomensagemO papa Bento XVI divulgou hoje, 24, no site oficial do Vaticano, a Mensagem para 45º Dia Mundial das Comunicações Sociais, intitulada “Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital”. O papa pede que as novas formas de comunicação sejam utilizadas apenas pensando no bem coletivo, destacando a verdade na atuação dos participantes das Redes Sociais e principalmente o papel dos jovens na Era Digital.
“As novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano”, destaca o papa.
Bento XVI diz que as novas tecnologias estão mudando “não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma. As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades”.
O papa faz um alerta, dizendo que “é importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida”.
O papa finaliza sua mensagem afirmando que a web está contribuindo para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual. ”Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10)”.
Leia abaixo a íntegra da mensagem do papa para o Dia Mundial das Comunicações Sociais:

Verdade, anúncio e autenticidade de vida, na era digital

Queridos irmãos e irmãs!
Por ocasião do XLV Dia Mundial das Comunicações Sociais, desejo partilhar algumas reflexões, motivadas por um fenômeno característico do nosso tempo: a difusão da comunicação através da rede internet. Vai-se tornando cada vez mais comum a convicção de que, tal como a revolução industrial produziu uma mudança profunda na sociedade através das novidades inseridas no ciclo de produção e na vida dos trabalhadores, também hoje a profunda transformação operada no campo das comunicações guia o fluxo de grandes mudanças culturais e sociais. As novas tecnologias estão mudando não só o modo de comunicar, mas a própria comunicação em si mesma, podendo-se afirmar que estamos perante uma ampla transformação cultural. Com este modo de difundir informações e conhecimentos, está nascendo uma nova maneira de aprender e pensar, com oportunidades inéditas de estabelecer relações e de construir comunhão.
Aparecem em perspectiva metas até há pouco tempo impensáveis, que nos deixam maravilhados com as possibilidades oferecidas pelos novos meios e, ao mesmo tempo, impõem de modo cada vez mais premente uma reflexão séria acerca do sentido da comunicação na era digital. Isto é particularmente evidente quando nos confrontamos com as extraordinárias potencialidades da rede internet e a complexidade das suas aplicações. Como qualquer outro fruto do engenho humano, as novas tecnologias da comunicação pedem para ser postas ao serviço do bem integral da pessoa e da humanidade inteira. Usadas sabiamente, podem contribuir para satisfazer o desejo de sentido, verdade e unidade que permanece a aspiração mais profunda do ser humano.
No mundo digital, transmitir informações significa com frequência sempre maior inseri-las numa rede social, onde o conhecimento é partilhado no âmbito de intercâmbios pessoais. A distinção clara entre o produtor e o consumidor da informação aparece relativizada, pretendendo a comunicação ser não só uma troca de dados, mas também e cada vez mais uma partilha. Esta dinâmica contribuiu para uma renovada avaliação da comunicação, considerada primariamente como diálogo, intercâmbio, solidariedade e criação de relações positivas. Por outro lado, isto colide com alguns limites típicos da comunicação digital: a parcialidade da interação, a tendência a comunicar só algumas partes do próprio mundo interior, o risco de cair numa espécie de construção da auto-imagem que pode favorecer o narcisismo.
Sobretudo os jovens estão a viver esta mudança da comunicação, com todas as ansiedades, as contradições e a criatividade própria de quantos se abrem com entusiasmo e curiosidade às novas experiências da vida. O envolvimento cada vez maior no público areópago digital das chamadas Redes Sociais, leva a estabelecer novas formas de relação interpessoal, influi sobre a percepção de si próprio e por conseguinte, inevitavelmente, coloca a questão não só da justeza do próprio agir, mas também da autenticidade do próprio ser. A presença nestes espaços virtuais pode ser o sinal de uma busca autêntica de encontro pessoal com o outro, se se estiver atento para evitar os seus perigos, como refugiar-se numa espécie de mundo paralelo ou expor-se excessivamente ao mundo virtual. Na busca de partilha, de “amizades”, confrontamo-nos com o desafio de ser autênticos, fieis a si mesmos, sem ceder à ilusão de construir artificialmente o próprio “perfil” público.
As novas tecnologias permitem que as pessoas se encontrem para além dos confins do espaço e das próprias culturas, inaugurando deste modo todo um novo mundo de potenciais amizades. Esta é uma grande oportunidade, mas exige também uma maior atenção e uma tomada de consciência quanto aos possíveis riscos. Quem é o meu “próximo” neste novo mundo? Existe o perigo de estar menos presente a quantos encontramos na nossa vida diária? Existe o risco de estarmos mais distraídos, porque a nossa atenção é fragmentada e absorvida por um mundo “diferente” daquele onde vivemos? Temos tempo para refletir criticamente sobre as nossas opções e alimentar relações humanas que sejam verdadeiramente profundas e duradouras? É importante nunca esquecer que o contato virtual não pode nem deve substituir o contato humano direto com as pessoas, em todos os níveis da nossa vida.
Também na era digital, cada um vê-se confrontado com a necessidade de ser pessoa autêntica e reflexiva. Aliás, as dinâmicas próprias das Redes Sociais mostram que uma pessoa acaba sempre envolvida naquilo que comunica. Quando as pessoas trocam informações, estão já a partilhar-se a si mesmas, a sua visão do mundo, as suas esperanças, os seus ideais. Segue-se daqui que existe um estilo cristão de presença também no mundo digital: traduz-se numa forma de comunicação honesta e aberta, responsável e respeitadora do outro. Comunicar o Evangelho através dos novos midia significa não só inserir conteúdos declaradamente religiosos nas plataformas dos diversos meios, mas também testemunhar com coerência, no próprio perfil digital e no modo de comunicar, escolhas, preferências, juízos que sejam profundamente coerentes com o Evangelho, mesmo quando não se fala explicitamente dele. Aliás, também no mundo digital, não pode haver anúncio de uma mensagem sem um testemunho coerente por parte de quem anuncia. Nos novos contextos e com as novas formas de expressão, o cristão é chamado de novo a dar resposta a todo aquele que lhe perguntar a razão da esperança que está nele (cf. 1 Pd 3, 15).
O compromisso por um testemunho do Evangelho na era digital exige que todos estejam particularmente atentos aos aspectos desta mensagem que possam desafiar algumas das lógicas típicas da web. Antes de tudo, devemos estar cientes de que a verdade que procuramos partilhar não extrai o seu valor da sua “popularidade” ou da quantidade de atenção que lhe é dada. Devemos esforçar-nos mais em dá-la conhecer na sua integridade do que em torná-la aceitável, talvez “mitigando-a”. Deve tornar-se alimento quotidiano e não atração de um momento. A verdade do Evangelho não é algo que possa ser objeto de consumo ou de fruição superficial, mas dom que requer uma resposta livre. Mesmo se proclamada no espaço virtual da rede, aquela sempre exige ser encarnada no mundo real e dirigida aos rostos concretos dos irmãos e irmãs com quem partilhamos a vida diária. Por isso permanecem fundamentais as relações humanas directas na transmissão da fé!
Em todo o caso, quero convidar os cristãos a unirem-se confiadamente e com criatividade consciente e responsável na rede de relações que a era digital tornou possível; e não simplesmente para satisfazer o desejo de estar presente, mas porque esta rede tornou-se parte integrante da vida humana. A web está contribuindo para o desenvolvimento de formas novas e mais complexas de consciência intelectual e espiritual, de certeza compartilhada. Somos chamados a anunciar, neste campo também, a nossa fé: que Cristo é Deus, o Salvador do homem e da história, Aquele em quem todas as coisas alcançam a sua perfeição (cf. Ef 1, 10). A proclamação do Evangelho requer uma forma respeitosa e discreta de comunicação, que estimula o coração e move a consciência; uma forma que recorda o estilo de Jesus ressuscitado quando Se fez companheiro no caminho dos discípulos de Emaús (cf. Lc 24, 13-35), que foram gradualmente conduzidos à compreensão do mistério mediante a sua companhia, o diálogo com eles, o fazer vir ao de cima com delicadeza o que havia no coração deles.
Em última análise, a verdade que é Cristo constitui a resposta plena e autêntica àquele desejo humano de relação, comunhão e sentido que sobressai inclusivamente na participação maciça nas várias Redes Sociais. Os crentes, testemunhando as suas convicções mais profundas, prestam uma preciosa contribuição para que a web não se torne um instrumento que reduza as pessoas a categorias, que procure manipulá-las emotivamente ou que permita aos poderosos monopolizar a opinião alheia. Pelo contrário, os crentes encorajam todos a manterem vivas as eternas questões do homem, que testemunham o seu desejo de transcendência e o anseio por formas de vida autêntica, digna de ser vivida. Precisamente esta tensão espiritual própria do ser humano é que está por detrás da nossa sede de verdade e comunhão e nos estimula a comunicar com integridade e honestidade.
Convido, sobretudo os jovens a fazerem bom uso da sua presença no areópago digital. Renovo-lhes o convite para o encontro comigo na próxima Jornada Mundial da Juventude em Madrid, cuja preparação muito deve às vantagens das novas tecnologias. Para os agentes da comunicação, invoco de Deus, por intercessão do Patrono São Francisco de Sales, a capacidade de sempre desempenharem o seu trabalho com grande consciência e escrupulosa profissionalidade, enquanto a todos envio a minha Bênção Apostólica.
Vaticano, Festa de São Francisco de Sales, 24 de Janeiro de 2011.

Papa Bento XVI

Compromissos do Curso de Verão 2011


afro_pastoralAo final do 24o. Curso de Verão, organizado pelo CESEP (Centro Ecumênico de Serviços à Evangelização e Educação Popular), em parceria com a PUC-SP e o TUCA, num grande mutirão com dezenas de outras entidades e também comunidades e famílias que nos hospedaram, voltamos para nossas comunidades, gratificados pela experiência  de partilha, reflexão, vivência ecumênica, celebração e festa que vivemos entre os dias 09 e 16 de janeiro de 2011. Fizemos memória da Dra. Zilda Arns que tanto cuidou da vida dos pequenos com a Pastoral da Criança e do terrível terremoto que feriu o povo irmão do Haiti a 12 de janeiro do ano passado, clamando contra o insuficiente empenho e solidariedade internacionais na reconstrução do país destruído. Prestamos igualmente nossa solidariedade na oração e partilha, às vítimas da tragédia provocada pelas chuvas, inundações e deslizamentos na zona serrana do Rio de Janeiro, em Minas Gerais e São Paulo.
O Curso reuniu 564 pessoas entre participantes e voluntários, pertencentes a diferentes igrejas cristãs, religiões e filosofias de vida, que vieram de todas as regiões  do Brasil e de alguns outros países da América Latina e da África.
O tema deste ano, A VIDA: DESAFIO À CIÊNCIA, BÍBLIA, BIOÉTICA. DO GENOMA HUMANO ÀS CÉLULAS-TRONCO, trouxe-nos um panorama dos avanços da pesquisa no campo da genética humana, desvendou-nos a verdadeira revolução em termos de compreensão da vida, das promessas que se abrem para o diagnóstico e terapia das doenças genéticas, da necessária cautela no seu uso e das novas e inquietantes questões éticas ligadas aos sujeitos da pesquisa, à sua apropriação social e aos eventuais danos corporais e ambientais que podem provocar. Debruçamo-nos igualmente sobre a contribuição da bioética nesse tempo de revolução tecnológica e da necessária sintonia fina entre pesquisa e responsabilidade ética; entre manipulação genética e possíveis danos humanos e ambientais; entre ciência e responsabilidades pessoais e coletivas. Sentimo-nos desafiados em termos de democratização do conhecimento e do empenho de todos nós como pessoas, grupos, movimentos populares, igrejas e religiões para que os frutos da pesquisa científica sejam colocados a serviço das maiorias, com atenção aos mais vulneráveis e à preservação da natureza ameaçada, como nos pede a CF- 2011: Fraternidade e vida do planeta, com seu apelo para cuidarmos do jardim da criação. A Palavra de Deus nos ajudou a aprofundar o diálogo entre a ciência e a fé, a renovar o sentido da vida, da nossa vocação e responsabilidades.
Convencidos da importância e necessidade de nossa participação nesta tomada de consciência dos avanços da ciência e de nossa responsabilidade como pessoas de fé e cidadãs assumimos o compromisso de:
NO CAMPO DA FORMAÇÃO:
- Democratizar o conhecimento, divulgando a temática do genoma humano e das células tronco em linguagem acessível, para melhor orientar nossas comunidades, ajudar no diálogo, na exigência de que avanços científicos beneficiem o conjunto da população, sejam utilizados com responsabilidade ética, atentos aos valores humanos, pessoais, sociais e ambientais.
- Passar uma visão crítica e ao mesmo tempo positiva das pesquisas e descobertas científicas necessárias à promoção da vida.
- Contribuir para difundir os verdadeiros valores éticos e evangélicos comprometidos com a defesa da vida.- Buscar aprofundar nossa vivência ecumênica pessoal e  nos nossos grupos e comunidades, criando espaços de formação e iniciativas ecumênicas, para que o nosso exemplo encante e motive outras pessoas e grupos.
- Trabalhar com a juventude acerca do cuidado com a vida, com o meio ambiente, com o relacionamento afetivo e sexual, buscando superar discriminações de gênero, cor, raça, deficiência física, orientação sexual.
NO CAMPO DA ORGANIZAÇÃO:
- Fortalecer a luta para que o resultado das pesquisas científicas seja usado em defesa da vida e monitorado pela sociedade civil organizada, pelos movimentos sociais e pelo Estado.
- Sensibilizar a comunidade para participar dos debates referentes à bioética,  divulgando-os nos mais variados meios de comunicação, encontros de formação das comunidades de base, nos templos e movimentos pastorais e sociais.
- Valorizar e fortalecer as comunidades e culturas Negras e Quilombolas e levando-lhes a experiência do curso de verão, principalmente àquelas mais afastadas.
NO CAMPO DE INICIATIVAS CIDADÃS:
- Defender a vida nas suas várias formas: humana, animal e vegetal, socializando o conhecimento com intuito de proporcionar uma reflexão sobre os valores éticos que defendam a vida.
- Valorizar as iniciativas ambientais já existentes, participando de iniciativas de produção de energias limpas, de uso de lâmpadas econômicas, redução e mesmo eliminação de copos e sacolas de plástico, de coleta seletiva e reciclagem do lixo, apoiando cooperativas de catadores, “profetas da ecologia”.
- Promover uma nova cultura não consumista, incentivando o consumo responsável, uma economia solidária e sustentável, contrapondo-se ao desperdício e aos contra valores do mercado capitalista.

Encontro de jornalistas debaterá jornalismo institucional e midia training



Encontro_dos_JornalistasO 4º Encontro de Jornalistas das dioceses, Regionais e Organismos da CNBB vai debater Jornalismo Institucional e Mídia training. Os temas foram definidos na semana passada pela Assessoria de Imprensa e pelo Setor de Comunicação Social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), organizadores do encontro.
O encontro acontece na Casa de Retiros Assunção, em Brasília, de 25 a 27 de março, e deverá reunir pelo menos 50 jornalistas. Aberto a jornalistas que trabalham em rádios, TVs e jornais ligados também às Congregações, o encontro visa à integração destes profissionais que trabalham nos veículos da Igreja.
geraldo_martins“Nosso objetivo é partilhar o trabalho das assessorias de imprensa feito nas dioceses, nos Regionais e Organismos da CNBB, além de fortalecer os laços entre os jornalistas que trabalham nestas instâncias e nos veículos de comunicação da Igreja”, explicou o assessor de imprensa da CNBB, padre Geraldo Martins Dias.
Segundo o assessor, até o final de janeiro será divulgada a pauta com o tema das conferências e o nome dos conferencistas.
Não há taxa de inscrição e as despesas com hospedagem e alimentação ficarão em R$ 160. As fichas de inscrições devem ser enviadas por fax ou e-mail até o dia 1º de março aos cuidados de Lanier Silva – E-mail: imprensa5@cnbb.org.br ou pelo Fax (61) 2103-8303.

Encontros passados

O primeiro encontro aconteceu de 7 a 9 de março de 2008, no Centro Cultural Brasília (CCB). Participaram 35 assessores de imprensa das diocese de Minas Gerais, Paraná, São Paulo, Bahia, Amazônia, Goiás, Rio de Janeiro, Santa Catarina, Pernambuco, Paraíba e Distrito Federal. Nesta primeira experiência foi convidado o coordenador do Departamento de Pós-Graduação da Universidade de Brasília (UnB), professor Luiz Martins, e o jornalista da TV Cultura, Elson Faxina.
GrupocomdomdimasEm 2009, o local escolhido para o segundo Encontro de Jornalistas foi a Casa de Retiros Assunção, em Brasília. O evento foi de 22 a 24 de março, e teve a participação de 39 pessoas de 25 dioceses de todo o país. Os conferencistas foram: o secretário geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa; o professor da PUC-Minas, jornalista Mozahir Salomão, e o jornalista da TV Senado, Beto Almeida.
No ano passado, o encontro aconteceu na mesma localidade do ano anterior. Houve um debate com o assessor da Comissão Episcopal para o Laicato da CNBB, o professor Sérgio Coutinho, abordando a Mensagem do Papa para o Dia Mundial das Comunicações. Contou também com a participação dos jornalistas Celso Schöreder, vice-presidente da Federação Nacional dos Jornalistas (Fenaj); o professor da Universidade de Brasília (UnB), Venício Artur de Lima; o padre César Moreira, diretor da TV Aparecida; e a mestra em comunicação, Eliane Muniz, que trabalhou longos anos na assessoria de imprensa da CNBB
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CNBB lança concurso para letra do hino da CF-2012


E-mailImprimirPDF
cflogoFoi lançado nesta sexta-feira, 19, o concurso para a letra do hino da Campanha da Fraternidade 2012 (Veja aqui o Edital). O concurso é organizado pela CNBB, através do Setor Música Litúrgica, da Comissão Episcopal Pastoral para a Liturgia.
O hino será escolhido em duas etapas. Na primeira, será feita a escolha da letra. As composições deverão ser entregues até dia 1º de fevereiro de 2011.
Na segunda etapa, será feito o concurso para a música. Depois de abertas, as inscrições para a música vão até maio de 2011.
“Solicitamos a colaboração de todos os poetas para a criação de um texto belo e profundo que possa servir de hino para a Campanha da Fraternidade de 2012”, disse o assessor da CNBB para a Música Litúrgica, padre José Carlos Sala.
A Campanha da Fraternidade 2012 tem como tema: “Fraternidade e saúde pública”, e lema: “Que a saúde se difunda sobre a terra!” (Cf. Eclo, 38,8). Terá como objetivo geral: “Promover ampla discussão sobre a realidade da saúde no Brasil e das políticas públicas da área, para contribuir na qualificação, no fortalecimento e na consolidação do SUS, em vista da melhoria da qualidade dos serviços, do acesso e da vida da população”.

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Tragédia no Rio mobiliza Igreja

Tragédia no Rio mobiliza Igreja

O Rio de Janeiro sofre com a maior tragédia climática já registrada no país. Até as 19h dessa sexta-feira, dia 14 de janeiro, na Região Serrana do estado, contabilizava-se um total de 540 mortos. As vítimas fatais são moradores dos municípios de Nova Friburgo, Petrópolis, São José do Vale do Rio Preto, Teresópolis e Sumidouro. O número de desabrigados já ultrapassa 10 mil, e a busca por desaparecidos ainda está em andamento, o que pode elevar esse número ainda mais.
Assim que as primeiras notícias da tragédia chegaram através dos meios de comunicação, a Igreja se mobilizou. Dom Filippo Santoro, bispo de Petrópolis, e Dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo de Nova Friburgo, percorreram as áreas atingidas. Padres, seminaristas e religiosos estão trabalhando no atendimento às famílias desabrigadas ou desalojadas. As paróquias e casas religiosas estão recebendo as famílias que perderam tudo e não têm onde dormir e como se alimentar. Também se transformaram em postos de arrecadação de donativos.
Segundo Dom Filippo, os seminaristas da Diocese de Petrópolis passaram o dia 13 doando sangue para o atendimento emergencial dos feridos mais graves. Foi aberta também uma conta chamada “SOS Serra”, no Bradesco – agência 4014, conta 114134-1 – da mitra diocesana.
– A situação na Diocese de Petrópolis é dramática, sobretudo nos dois focos da própria cidade de Petrópolis, em particular Itaipava, no Vale de Cuiabá, e em Teresópolis, onde o desastre é ainda maior. Os padres estão todos mobilizados, as igrejas estão à disposição, recolhendo desabrigados em primeiro lugar, dando primeiros socorros, as refeições diárias e recolhendo mantimentos, ressaltou Dom Filippo Santoro.
Dom Edney Gouvêa Mattoso, bispo diocesano de Nova Friburgo, após sobrevoar as áreas afetadas, manifestou seu pesar diante da tragédia que se abateu sobre o município onde está localizada a sede episcopal, que também está interditada, e acionou toda a igreja diocesana para atuar na ajuda às vítimas. Ele montou uma central de atendimentos na Catedral de Nova Friburgo para atender a população. As paróquias estão abrigando famílias que perderam as suas casas e voluntários preparam a alimentação dos desabrigados.
– Quero dizer que, além de oferecer orações em favor do nosso povo tão duramente atingido pelas chuvas, convoco todas as paróquias a prestarem socorro às vítimas e desabrigados. Uno-me às famílias que perderam seus entes queridos. A Igreja diocesana quer estar junto com os órgãos governamentais, num verdadeiro mutirão de solidariedade, com o objetivo de confortar espiritual e materialmente todos os atingidos, disse Dom Edney.

Arquidiocese do Rio mobilizada
As dioceses vizinhas, que fazem parte do Regional Leste 1 da CNBB, logo se mobilizaram em apoio à população.
A Arquidiocese do Rio, de imediato, colocou a Cáritas Arquidiocesana em prontidão. Do fundo de emergência da entidade já foram doados R$ 20 mil a  diocese de Petrópolis e R$ 20 mil a diocese de Nova Friburgo. Além disso, a Cáritas Rio já enviou caminhões de donativos para as áreas mais atingidas, contendo mais de 20 mil litros de água, uma tonelada de roupas e alimentos.
A Cáritas Rio de Janeiro também disponibilizou duas contas para arrecadar doações em espécie: uma no Banco Bradesco – agência 0814-1, conta 48.500-4 – e outra no Banco do Brasil – agência 3114-4, conta 30000-4.
As igrejas e instituições de ensino da Arquidiocese do Rio estão mobilizadas para arrecadação de donativos. O principal posto de coleta é a Catedral de São Sebastião, no Centro, onde funciona a sede da Cáritas (Avenida Chile, 245 – Centro). Estão sendo arrecadados roupas, colchonetes, água e alimentos não perecíveis.
O arcebispo do Rio, Dom Orani Tempesta, que percorre toda a cidade do Rio de Janeiro com a imagem peregrina de São Sebastião, em solidariedade às vítimas, mudou o enfoque da Trezena em honra ao padroeiro da Arquidiocese. Adotando o slogan “São Sebastião nos convoca à solidariedade”, junto aos carros do comboio que acompanha a imagem, inseriu um novo veículo, que recolherá donativos em diversos pontos do Rio que serão, posteriormente, levados às regiões atingidas.
– A nossa carreata de São Sebastião Mensageiro da Paz transformou-se na carreata da solidariedade. Além de sabermos que temos que tomar atitudes concretas para que a paz reine nos corações, nas vidas, nas famílias, também temos que tomar atitudes concretas em relação aos acontecimentos que fizeram sofrer tantas pessoas e famílias em nosso estado do Rio de Janeiro, especialmente nas cidades de Teresópolis, Nova Friburgo e Petrópolis, com o distrito de Itaipava, disse Dom Orani.

Solidariedade da Igreja no Brasil
A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) emitiu nota oficial de solidariedade às vítimas da tragédia. Juntamente com a Cáritas Brasileira, a Conferência lançou a campanha “SOS SUDESTE”, com o objetivo de arrecadar dinheiro em todo o Brasil, que será doado às regiões atingidas pelas chuvas. Há duas contas destinadas a esse fim: Caixa Econônica Federal – agência 1041-OP.003, conta corrente 1490-8 –,  e Banco do Brasil – agência 3475-4, conta 32.000-5.
O Trabalho da Cáritas Brasileira está sendo realizado com o apoio da Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro, que é o canal de entrega dos donativos.  O presidente da Cáritas Brasileira, Dom Demétrio Valentini, sugeriu que, no dia 30 de janeiro, todas as dioceses do país façam uma coleta em favor das vítimas das chuvas.
A Arquidiocese de São Paulo é outra igreja particular mobilizada na ajuda às vítimas. O cardeal arcebispo Dom Odilo Pedro Scherer, através da Cáritas São Paulo, iniciou no dia 13 de janeiro a campanha “Apelo à solidariedade em favor das vítimas da catástrofe na Região Serrana do Rio de Janeiro”. Foi disponibilizada para tanto uma conta no Banco Itaú – agência 7657, conta 10.834-1.
             
Necessidades imediatas
Além de doações em espécie, essenciais para compra de materiais emergenciais, muitas são as necessidades da população atingida. Após visitarem as regiões mais atingidas, tanto o bispo da Diocese de Petrópolis, Dom Filippo Santoro, quanto o bispo da Diocese de Nova Friburgo, Dom Edney Mattoso, afirmaram que a maior necessidade dos desabrigados ou desalojados são água mineral, remédios (em especial analgésicos), material de limpeza (principalmente água sanitária), material de higiene pessoal (sendo barbeador descartável, papel higiênico, absorvente, sabonete, pasta e escova de dentes, os mais necessários) e alimentos não-perecíveis. Também no setor de saúde são necessários doadores de sangue e profissionais de saúde voluntários.
Andréia Gripp
Renata Rodrigues
www.mixcatolico.com.br

Milagre de João Paulo II


Comissão Médica aprova milagre de João Paulo II

Notícia cadastrada em: 07-01-2011

   A Comissão Médica consultada pelo Vaticano aprovou um milagre atribuído a João Paulo II, e assim a causa de beatificação do pontífice polonês, falecido em 2005, avança significativamente, informaram os meios de comunicação italianos ontem, 4.
Os médicos e teólogos consultados pela Congregação para as Causas dos Santos, reunidos no mais estrito sigilo, estimaram que a cura da freira francesa Marie Simon-Pierre, que sofria de mal de Parkinson, foi "imediata e inexplicável". A comissão liderada pelo médico particular de Bento XVI, Patrizio Polisca, aprovou o milagre apresentado.
A freira francesa, que era enfermeira, curou-se inexplicavelmente após suas orações e pedidos a João Paulo II poucos meses depois de sua morte, em abril de 2005.
A aprovação dos especialistas deverá ser ratificada por uma comissão de cardeais e bispos da Congregação para a Causa dos Santos.
A beatificação é o primeiro passo no caminho para a canonização, que exige a prova de intercessão em dois milagres.
No dia 19 de dezembro de 2009, o papa Bento XVI aprovou as "virtudes heróicas" do papa polonês João Paulo II venerado já em vida.
Com elas, iniciou-se a investigação do "milagre" atribuído, que deve ser examinado por várias comissões.
O processo de beatificação de João Paulo II foi iniciado por Bento XVI dois meses após a morte, no dia 2 de abril de 2005, de seu predecessor.

 
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